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26 de out de 2011

As Transições da Era de Peixes para a Era de Aquário - Parte 1 - A Fé no Ocidente

Na Era de Peixes, a Fé religiosa foi um arquétipo fundamental e participante da base de praticamente toda a sociedade ocidental do planeta. O conceito de Deus teve uma condução política a partir da organização da Fé Cristã em torno da Santa Sé e seus purpurados Cardeais. Foi então criado o cargo político: Papa. O “representante direto” de Deus na Terra... Em períodos longos da Era de Peixes, o Papa era “O Enviado”. O que o Papa falava, “era o próprio Deus quem falava”.




A Fé (latim, fides, fidelidade) do ponto de vista antropológico é um canal de busca humana importantíssimo. Mobiliza as pessoas a irem atrás do inexplicável, apresentando curiosidade incessante sobre os mistérios da vida e da existência. Não ter essa resposta causa o incômodo necessário para se realizar a busca pela Fé. Também por conta desse incômodo a Fé promove em muitos casos a projeção de conteúdos coletivos humanos para dar forma a essa Fé e tudo o que decorre dela: Conceito de Deus, Deuses, Espíritos, Seres Astrais, Anjos, etc. Essa projeção em regra mostrava ou era percebida como figuras humanas com poderes sobre-humanos. O milagre é o mais conhecido de todos esses poderes que são considerados em diversas doutrinas religiosas como divinos ou advindos ‘de Deus’.

Com o passar do tempo, a movimentação política da Santa Sé vai e vem... O poder de manipulação em massa do Papado na idade média toma proporções imperialistas. Isso se torna mais óbvio com a descoberta do novo continente. Na América do Sul, particularmente no Brasil tivemos uma ação promovida pelos jesuítas para converter índios “infiéis” em cristãos, pervertendo com uma agressividade e uma falta de respeito com “o sagrado deles” sem precedentes A cultura nativa massacrada em função do aumento do número de fiéis cristãos e por conseqüência isso aumentava o poder político da Igreja Católica Apostólica Romana.







A Fé também acaba então dando vazão a diversas reações no inicio da Era de Peixes. Com o movimento anti-pagão efervescente que surge dentro do Cristianismo (Santa Sé) em seu início, que tinha como um dos objetivos diminuir a influência feminina no que se refere aquilo que promove a Fé humana, alguns aspectos sociais foram modificados artificialmente criando um mecanismo repressor de energias que antes fluíam naturalmente. Entre elas a antiga cultura pagã. Surgiam as Leis da Igreja... As “Regras de Deus” determinadas politicamente em concílios “parlamentares”. Aparentemente é entre outras coisas uma “confissão masculina” de falta de força contra o poder de sedução e sensibilidade feminina. Principalmente a sedução emocional e sexual. Já que não se pode lutar contra, a busca pela eliminação desse “poder feminino” era fundamental para serem estabelecidas as bases organizacionais e a ponta da pirâmide política e do poder ser sempre masculina. Até hoje as mulheres tem condições diferentes na Igreja decorrentes do sexismo religioso praticado durante quase 2 mil anos.

Com uma história de condução política comparável a do Holocausto, a “Instituição Igreja Romana” se viu recheada de carnificinas, morte em fogueiras, queimada de livros científicos irrecuperáveis e perseguições. Nessa época a humanidade em diversos momentos começa lentamente ter avanços significativos em outra esfera que desmente diversos conceitos que a religião tinha pautado “por decreto”. Como a Terra girar em torno do Sol (Nicolau Copérnico), e não ao contrário; a Terra ser esférica, como descobriu Fernão de Magalhães entre 1519 e 1522 em sua viagem de circunavegação pelo globo. Até esse momento a antiga teoria geocêntrica de Ptolomeu é quem regia a filosofia, ciência e religião.




Não são todos os conceitos que podem ser alvo de análise cientificista e a ciência nunca foi contra a religião, mas sim contra a ignorância ditatorial de quem ocupou os cargos de poder de decisão na Santa Sé com o passar dos séculos. E as provas contra os conceitos e a própria postura da Igreja se tornaram cada vez mais empíricas e passíveis de mensuração, registro e análise, dificultando cada vez mais uma contra-argumentação convincente. A Igreja vai começando nessa época a perder gradativamente o seu poder absoluto sobre o ocidente.

A aproximação do final de Era de Peixes já nos traz situações “aquarianas” como a sistematização de eletricidade, descoberta de Urano (primeiro planeta descoberto por meios tecnológicos), o século XVII já com alguns dos grandes pensadores (René Descartes, Francis Bacon, Blaise Pascal, Isaac Newton, Gottfried Leibniz entre outros).
A Revolução Industrial traz na segunda metade do Sec. XVIII o surgimento da estruturação das primeiras fábricas e a produção em série. A corporação empresarial tem aí sua semente organizacional, com o estabelecimento de jornadas de trabalho. A perda da autonomia direta na produção pelo ser humano causa o início do capitalismo, visto que as fábricas tinham donos (burgueses), e a produção era feita por assalariados. Os antigos artesãos perderam a liberdade de produção autônoma se tornando trabalhadores assalariados. Surgem então a indústria têxtil, máquina à vapor e a metalurgia. Inicia-se o processo lento e gradativo de transição para uma era tecnológica.







O próprio imperialismo colonialista tem uma “função pré-aquariana” na aproximação do limiar das Eras. A globalização viria a ser realidade fundamentalmente por conta do ser humano ter “descoberto todos os continentes” e assim começou a se ter acesso a praticamente toda a área habitável do planeta.

Na França, com a Revolução Francesa e as idéias iluministas, a monarquia e o clero perderam o poder para os burgueses, que eram os mais ricos e numerosos. Esses claro, em determinado momento buscaram tomar o poder e conseguiram. Não por acaso. Com a incapacidade de competir com a tecnologia inglesa a França sofreu economicamente. Alguns poucos que conseguiram prosperar viam os tributos para a Igreja e o Clero aumentarem de forma descontrolada, sem haver uma participação mais decisiva dos burgueses nos escalões mais elevados da vida política, militar e diplomática.

Hoje, na França, O laicismo é a “bola da vez”. Um exemplo claro são os estudantes que não podem sequer freqüentar as aulas usando qualquer símbolo, vestimenta ou indumentário que tenha denotação ou conotação religiosa.

Os séculos subsequentes de forte repressão humana por parte da Igreja Católica criaram uma pressão coletiva crescente, que somados aos fatos históricos colocados mostram claramente o início da decadência da influência religiosa institucional no comportamento social e na construção dos valores morais e éticos sociais, familiares e individuais. A energia de peixes vai “gradativamente tendo sua energia reduzida dando lugar à energia aquariana”.




Em contra partida a Fé não é algo que está sendo extinto, mas a importância dela na vida das pessoas em geral e no contexto social tem uma drástica redução de influência e importância em relação a uns três ou quatro séculos atrás. Ainda temos as correntes espiritualistas e ferramentas tradicionais que ressurgem como xamanismo, religiões afros, oráculos, astrologia entre outros se unem a diversas correntes que surgem com a proximidade da Era de Aquário. Nunca o Ser Humano teve em toda a sua história tanta liberdade de pensar o que quiser, ser o que quiser, sem necessariamente ser subjugado por instituições que manipulam a capacidade individual de se conectar com algo sagrado através da Fé.

A tendência é que mais correntes sejam criadas e a diversidade de canais pelos quais o Ser Humano executa sua busca amplie a dissolução do poder institucional sobre a Fé individual e das massas.

Mas onde “a Fé vai parar” desse jeito? Hoje vemos as “igrejas eletrônicas” nas mídias. Redes de Mídia (TV, rádio, internet, etc.) totalmente voltadas para o assunto religioso. A Instituiçao da Fé Cristã tenta se enquadrar nos limites aquarianos para não se extinguir. As igrejas evangélicas, que rebuscam através de interpretações da Bíblia, muitas delas polêmicas e fora de contexto sócio-cultural, um renascimento da Fé com “outra roupagem”. Não estou aqui falando das pseudo-igrejas que são, publica e notoriamente percebidas como enganosas e lesivas aos seus “ingênuos fiéis” devidamente com sua conta corrente passando no gerador de caracteres para que o fiel “compre seu pedacinho de céu”.








Ainda há uma transformação na forma de atuar o fanatismo religioso. O Neocristianismo, principalmente o televisivo, está absorvendo os “órfãos” de instituições que conduzam seus valores morais e éticos. Questiona-se a intenção dessas instituições que em grande parte estão retomando gradativamente um caminho de retomada do poder sobre as massas fanáticas, através da capacidade de manipulação, agora reciclada e colocada numa embalagem mais carismática e catártica, porém com o mesmo ranço negativo de intolerância que a humanidade já experimentou.

*** Perceba que não há aqui julgamento ou sequer questionamento sobre os ensinamentos, mensagens ou análise do conteúdo original da Fé Cristã, Jesus. ***

O passado ocidental carregaria por quase dois milênios os ombros das pessoas com culpa e repressão institucional religiosa aprisionadora. Isso é nítido ainda hoje, afinal é ainda hoje a única religião (Vaticano) onde a oração não é apenas um enlevo espiritual ou conexão com o divino/sagrado, mas sim um castigo... Uma penitência. Com o passar do tempo esse tipo de condução não coube nos tempos mais recentes e não teve condições de acompanhar a evolução social. Hoje a sociedade é que coletivamente dirige os rumos sociais não tendo necessariamente as “Leis de Deus” ditadas pelo Vaticano como algo necessariamente a ser seguido. Esse “peso” de culpas e repressões hoje também causa uma reação natural coletiva contra qualquer conceito ligado a instituições que se conduziram através de qualquer tipo de repressão religiosa. Entra aí a noção/conceito de Deus, que na era de aquário deve sofrer profundas mudanças ainda não intuídas, mas já longe de estarem intactas.


LUZ PAZ AMOR HARMONIA PROSPERIDADE

Carlos Falcão
www.fractal12.com
fractal-12.blogspot.com.br/

18 de out de 2011

Se eu contasse ninguém acreditaria...


Maio - 2011 - MG

O Oráculo como promotor da cura

Ao abordarmos o tema saúde podemos criar um caminho de pensamento mais amplo buscando identificar o que envolve o termo "saúde". Bem-estar, qualidade de vida, boa alimentação, comportamento positivo com o próprio corpo e a própria mente entre outros tantos conceitos... Temos aí um campo bastante amplo de estudo na área humana e também no exercício do uso do oráculo específico para esse fim.

Fundamentalmente percebo o tarô (oráculo que utilizo profissionalmente) não como uma ferramenta divinatória, mas sim de orientação e principalmente "promoção da cura". Vamos deixar o termo "cura" aberto e amplo sem restringi-lo em situações específicas, posição que é comum adotarmos.




O processo de manutenção ou recuperação da saúde é um conjunto de ações amplas e envolvem atitudes que deveriam ser vistas como "multidisciplinares". Não podemos recuperar a saúde apenas do ponto de vista médico alopático se não mudarmos nossos hábitos alimentares, ou posturas corporais ergonômicas no ambiente de trabalho ou qualidade da energia mental dos nossos pensamentos cotidianos (cito esses poucos apenas como exemplos). Não podemos por outro lado recuperar um bem-estar físico apenas com "meditações" se o corpo físico já necessita de intervenção medicamentosa para recuperar um estado clínico de equilíbrio. Nada deve ser descartado.

Temos disponíveis infinitos canais e caminhos de cura e promoção da saúde física e mental que a vida nos apresenta também em conseqüência de séculos e milênios de estudos realizados nas mais diversas culturas que desenvolveram e desenvolvem seus próprios meios de atingir um objetivo que é comum a todos. Prolongar a qualidade de vida e a própria vida carnal.

O oráculo entra nesse assunto como um facilitador identificando situações de ausência de saúde podendo trazer uma visão mais clarificada sobre a origem da doença ou do desequilíbrio da saúde humana como um todo. Essa orientação é fundamental não apenas do ponto de vista de diagnóstico/prognóstico, mas a forma com a qual as energias se apresentam ao oraculista permite que se amplie a visão sobre a própria doença, suas origens e conseqüências. Esse contato com essas informações talvez seja a mais preciosa contribuição dos oráculos na área da saúde.

Despertar o ser humano em todos seus corpos (físico, mental, emocional, psíquico e espiritual) para as necessidades que nós temos do ponto de vista do equilíbrio desses corpos e de nossa própria energia como um todo é uma contribuição de grande relevância que o tarô oferece a quem busca orientação. Diferencie bons e maus usos dos oráculos.

LUZ PAZ AMOR HARMONIA PROSPERIDADE

Carlos Falcão
www.fractal12.com

13 de out de 2011

Saturno e Plutão - Diferenças na mudança de signos

Na medida em que vamos "acompanhando a realidade" colada com os astros de alguma forma a astrologia sempre oferece um caminho de se pensar, uma forma de lidar com um mesmo fato de maneira mais sincronizada com sua própria energia natural que é descrita de acordo com o posicionamento desses astros. Lembrando primeiramente que os astros NÃO determinam nada, como NUNCA determinaram, e também NUNCA vão determinar. Isso quem faz é o livre-arbítrio. Os astros dizem "como estará o tempo, condições climáticas” (sentido figurado), mas não qual o tamanho do seu sucesso em qualquer situação. Mas o livre-arbítrio tem um "meio-ambiente" individual para cada pessoa dentro da história da evolução dessa alma. Esse ambiente que é onde o livre-arbítrio pode ser expresso é denominado carma.

Pra falarmos sobre carma, precisamos antes "afinar" o nosso CONCEITO de carma e coloco a minha visão.

Carma não é castigo, não é algo necessariamente "pra sempre". Eternamente com absoluta certeza não. Lembra daquela disciplina escolar que você "toma pau" e tem que no ano seguinte estudar ela todinha de novo? Outras você vai bem, ok? Mas em algumas áreas sempre temos menos afinidades. Essa é a sensação do carma independente da intensidade sentida pela pessoa encarnada.

Existem carmas relacionados a acidentes, necessidades especiais, deficiências físicas que são mais determinadas mesmo e exigem uma adaptação ao carma por meios diferentes. Mas isso é uma parcela e não necessariamente esses carmas mais determinados são mais "pesados" do que outros. Quem determina isso é justamente a capacidade de cada pessoa se adaptar e lidar com situações que "tem que passar", sejam elas quais forem. Como ter que estudar aquela disciplina em que foi reprovada, mas onde quem estuda tem capacidade de tirar nota máxima.

Podemos pensar que Carma é algo a ser estudado, para olhar direto pra ele, pra justamente saber "o que é que a vida pede pra gente" na nossa caminhada. Sem esquecer principalmente todo carma é superável, seja do ponto de vista da forma como se lida, seja do ponto de vista objetivo do aprendizado cármico, que resulta na liberação e resgate desse carma.





A mudança de planetas como Saturno e Plutão de signo têm nuances diferentes, e todas elas também influenciadas de acordo com o "tamanho do ciclo". Saturno fica aproximadamente dois anos e meio em cada signo em média, enquanto plutão pra você ter uma idéia não completou uma volta em torno do sol desde que foi descoberto em 1930. O ciclo de plutão dura aproximadamente 243 anos. E a duração dele em cada signo é variável (de 12 a 36 anos). Em escorpião ele atinge a "maior velocidade" passando com mais lentidão no signo oposto, Touro. Em capricórnio, onde está atualmente ele deverá fica aproximadamente 17 anos ao todo (até novembro de 2024).

Ver esse tipo de situação de sair de signo em relação a Saturno é diferente. Vai ficar evidente individualmente pra cada pessoa, de acordo com como está posicionado o arquétipo como um todo (capricórnio, casa 10, saturno) no mapa individual além de que em cada carta natal, ou seja, para cada pessoa, Saturno acaba se encontrando em uma casa astrológica específica. Essa casa denota a área da vida onde essa experiência será notada com mais intensidade.

Apesar de a influência coletiva ser a mais forte, a mudança de signo de Plutão tem também uma parte de atuação em nível individual na medida em que o signo que rege, escorpião, está ligado a uma casa, e por consequência uma área da vida específica. Essa área da vida que a casa representa será então matizada por essa nova nuance advinda da mudança de signo. Esse raciocínio de análise vale também para os outros dois planetas exteriores/geracionais (Urano e Netuno).

Buscando compreender a mudança em nível coletivo do signo em que plutão transita podemos relembrar que da última vez em que plutão passou por Capricórnio levando a energia de demolição/destruição/reconstrução de plutão para o signo (capricórnio) que rege a estrutura vigente que norteia o planeta todo podemos ligar à época do final do Sistema Colonialista predominante no mundo (O legado de plutão trouxe a Independência dos Estados Unidos, em, por exemplo). As décadas seguintes praticamente toda a América já estava gritando a independência dentro de um sistema já sabidamente falido. Então surgem movimentos como o iluminismo, descoberta de urano, eletricidade, a revolução industrial inglesa, que trouxe a sociedade para a experiência social capitalista. Da penúltima vez em que plutão esteve em capricórnio havia a derrocada do Sistema Feudal que já não se sustentava com tantas guerras na Europa enquanto as Américas ainda não haviam sido descobertas. Essa crise que se iniciou no Sec. XII teve seu auge no renascimento comercial com as descobertas das colônias transatlânticas.

Quando estas foram descobertas, o Sistema Colonial se tornou a "bola da vez" com um continente inteiro de pólo a pólo a ser repartido entre "quem quisesse ou pudesse". E agora? Plutão entrou em capricórnio, com a diferença de 1 ano do início da crise financeira de 2008, no país mais rico do planeta. Coincidência?
Quem sabe o que virá?

Estamos agora em 2011 em uma outra "pulsação" de crise econômica global. Parece que há indícios claros "do que" está sendo demolido e terá que ser substituído por uma nova forma do ser humano lidar com a matéria, relações comerciais e sistema econômico em cada região e também de forma global. Não é bom deixarmos de fora a questão ambiental e aquecimento global. Em poucos anos a crise da água potável, fome e as mazelas da pobreza estarão tomando proporções que, analisando conjuntamente outras tendências mundiais, talvez só permitam que a humanidade recomece "do zero", como pequenos guetos com a maior proximidade possível da auto-subsistência e interagindo com outros guetos por escambo.

Independente do quadro, os astros continuam só auxiliando. Quem trilha o caminho sagrado da vida é o Ser Humano. É o Ser Humano, individual e coletivamente que tem a responsabilidade pela própria existência.

LUZ PAZ AMOR HARMONIA PROSPERIDADE
Carlos Falcão
www.fractal12.com

10 de out de 2011

Afinal de contas... O QUE É ASCENDENTE ?

O Ascendente é o marco exato do horizonte leste (onde nasce o Sol) no momento da primeira respiração independente da criança (em se tratando de mapas natais). Com isso inicia-se um ciclo, sendo esse o passo inicial ou primeiro estágio de vida e de seu próprio desenvolvimento.




Sempre atribuímos à vida as qualidades do nosso signo ascendente e dos planetas que estiverem próximos a esse marco. É a lente com a qual enxergamos e valorizamos a vida. É o que formata a “nossa visão” propriamente dita.

Todo o mapa natal tem uma configuração específica. Porém essas energias não interagem com o meio sem passar pela formatação das características do signo ascendente.

Sempre que algo novo acontece, algo desconhecido nos relaciona primeiramente com a situação usando as características do nosso ascendente. Isso fica claro quando temos uma primeira impressão de uma pessoa que acabamos de conhecer. Essa impressão é proveniente da energia do ascendente dessa pessoa, sendo que ela também vai ter a primeira impressão em relação a você, de acordo com o seu signo ascendente. Às vezes julgamos cedo demais alguém cujo “ascendente não agrada”, mas com o tempo conhecendo a essência da pessoa (Sol), é comum haver uma bela relação, seja ela qual for. Ou por outro lado um ascendente que pode “enganar” pois agrada carismaticamente, podendo ou não esconder algum tipo de característica que futuramente não seja “compatível”. 

Talvez fique mais claro pensar que o nosso signo solar é o motivo, a razão pela qual estamos aqui. Nossos objetivos. O Ascendente é o caminho. "Como" chegaremos lá.

Para saber o signo ascendente, o dado que exige maior precisão é a hora de nascimento. O ascendente depende do movimento de rotação da Terra em seu próprio eixo, assim mudando a cada 2 horas ( nas 24 horas, o ascendente passa pelos 12 signos).

Uma outra questão que é comum ser colocada..."A gente se torna o ascendente depois dos 30 anos ?". Absolutamente não. Ninguém nunca deixará de "ser o signo solar para ser o signo ascendente". O que acontece é um processo, que se inicia por volta dos 25 anos, e vai até por volta dos 30 anos. Esse processo é como uma gradual intensificação da energia do signo ascendente na personalidade da pessoa. "O motivo é o mesmo, o caminho é que fica mais perceptível a todos".

Perceba em vc as diferenças que sente entre seu signo solar, e seu ascendente. É um bom exercício para que gosta de estudar astrologia, ou a si mesmo.

A-ho
Carlos Falcão
www.fractal12.com

7 de out de 2011

Considerações sobre o Horóscopo Horário - Até onde ele por "ir" ?

Saudações Terráqueos... e os quase...

Muitos sabem da minha opinião particular sobre a técnica dos horóscopos diários como conhecemos em jornais, revistas e hoje em dia em portais de internet também no que concerne à precisão e qualidade oferecida de acordo com o objetivo proposto.

Acho importante fazer algumas considerações sobre essa relação dos leitores com seu horóscopo diário nesse formato que é mais amplamente divulgado e que infelizmente faz com que as pessoas acabam tomando a astrologia apenas por "essa coisa de signos" por conta desse tipo de trabalho astrológico ser o mais conhecido.

Um horóscopo (divinatório) que envolva uma análise apenas em cima do Sol Natal do leitor sempre vai correr em imprecisões, pois o objetivo que talvez seja de maior proveito da ferramenta é estar buscando tirar "algum recado" que é sempre geral para todos os nativos do Sol em determinado signo. Não podemos dividir o mundo em 12 partes e achar que só há essa quantidade de diferença entre os seres humanos.


É também comum haver conversas sobre horóscopo, sempre com o tom "dá certo" ou "não dá certo nunca" ou "só de vez em quando acerta". A questão talvez não seja acertar ou errar previsões, até porque a astrologia antes de ser qualquer instrumento divinatório, ou de previsões e prognósticos, é uma forma de conhecermos nós mesmos bem como a nossa relação com o universo que nos cerca.

Somos absolutamente um universo muito maior do que mostra apenas nosso Signo Solar. O resto de uma Carta Natal pode mudar completamente matizando características e detalhes de forma que um mesmo recado que vale muito pra uma pessoa pode ter um valor menor pra outras.
Nesse sentido talvez seja de maior interesse e profundidade acompanhar os horóscopos de forma a buscar extrair algum recado para seu dia. Algo que lhe dê alguma sutil preparação ou harmonização com as energias que podem estar presentes no seu dia-a-dia.
Ainda há que considerar que uma mesma posição, onde dispomos de poucas palavras pra descrever o dia pode ter diversos pontos de vista interessantes e precisos por profissionais diferentes. Há sim trabalhos que buscam o mesmo efeito mas que são mais amplos, complexos e direcionados em cima de Mapas Natais completos. Aí sim temos um horóscopo com maior poder de precisão, abrangência e profundidade.


A-HO
Carlos Falcão

6 de out de 2011


Por décadas improvável.... Assistir esse vídeo é pra deixar qualquer fã de Pink Floyd emocionado. E viva a PAZ !!!

5 de out de 2011

O que acontecerá em 2012 ?

Sobre 2012 (o Alinhamento do sol do solstício com o centro da nossa galáxia) .... Hummm ... Antes de falar o que penso “vamos observar a história recente"... aproximando o ano de 1900 haviam pessoas na época que falavam sobre acharem que o mundo ia acabar... Em 2000 a gente já se lembra bem melhor qual era "o discurso". Haviam previsões antigas sobre o dia 3 de maio de 2000. Nesse dia, TODO o céu astrológico até então conhecido na antiguidade (sol, lua, mercúrio, vênus, marte, júpiter e saturno) estava em Touro que entre outras coisas representa de forma geral a matéria (urano, netuno e plutão foram descobertos BEM mais tardes por não serem vistos a olho nu). O que aconteceu? Nada. Bug do milênio? Nada. Fim do mundo ? Acho que não.


Esse tipo de "alarmismo histérico" que ocorrem em finais e inícios de ciclos, séculos, milênios é natural, esperado e é um arquétipo coletivo muito antigo. Apenas ao meu entendimento HOJE é algo que vem se tornando apenas mais uma corrente semi-religiosa entre outras tantas. Os "apocalipcionistas". 

Quem comprova, por exemplo, que o Calendário Maia não foi 'parado aí' somente porque era um final de um ciclo "grande" (6500 anos) nas proporções humanas e talvez imaginassem que "os povos à frente do seu tempo" fossem APRIMORAR o conhecimento "antigo" e lhe dar uma nova cara? Será que não deveríamos continuar "a seqüência" do Calendário Maia normalmente já que o "aprimoramento" de fato não aconteceu na medida que nos afastamos da natureza e da nossa própria natureza ?

O que observamos é que existem motivos e eventos que são "seqüestrados" por grupos ideológicos, filosóficos ou religiosos, institucionalizados ou não, para justificarem e argumentarem aquilo que na verdade é uma questão mais profunda. Entre esses grupos temos os "apocalipcionistas" que desde algum tempo vem "pregando" que o mundo vai acabar... Em 2000, 2012... Depois de 2012, Qual é "a bola da vez”? “Marque as pessoas” que falaram sobre 2012 e pergunte a elas em 2013...O que acontecerá “dessa vez” ?

Colocando os pés um pouco no chão, no meu entendimento os ciclos existem sim... Como de todo Ser, império e raça dominante... Cada uma tem seu nascimento (ou momento de evidência), seu ápice, declínio e por final um momento delicado, que pode acabar tanto na extinção como em uma necessidade de adaptação por não ser mais "quem manda" ou o Ser, raça ou império “dominante”.

A "farra" em relação à utilização dos recursos naturais na Terra ainda é grande. Aí sim temos um problema real, grave e urgente. Mas não são os ciclos, o Calendário Maia, a Astrologia, os Oráculos, os Deuses quem estão "trazendo o fim do mundo". O que está acontecendo é apenas que o Ser Humano está criando e caminhando a sua própria estrada de extinção e levando consigo boa parte da vida no planeta. É o NOSSO livre-arbítrio individual e coletivo que está nos conduzindo para isso.

Uma grande parcela da humanidade já está plenamente sintonizada com as necessidades de mudanças abrangentes e urgentes no comportamento diário relacionado ao meio ambiente. Porém ainda somos reféns de sistemas de organização social (sejam ditaduras ou democracias) corruptas em todo o mundo, onde seus dirigentes parecem adolescentes que vivem "comparando o tamanho do poder" e o povo bebe de “palavras carismáticas” para não precisar encarar uma realidade coletiva bastante cruel. Em regra porque não foi instruído o suficiente para filtrar os fatos e cobrar de seus governantes posturas minimamente decentes.


Ainda somos prepotentes em falar "O Mundo vai acabar"... Como se o mundo fôssemos apenas nós. 

Ciclos...

Carlos Falcão - Jan/2010

P r i m e i r a B l o g a d a

Salve Salve...

quem for aqui chegando que esteja se juntando e ficando...

Esse é meu primeiro Blog. Com alguns anos de atraso resolvi ver no que dá.

Além dos textos astrológicos ( já publicados ou não) estarei procurando alimentar o blog com artigos, links, vídeos e afins diversos que me despertem interesse e atenção.

Vou pedir alguma paciência por estar ainda engatinhando nisso aqui e aos poucos vou explorando melhor as possibilidades e ferramentas disponíveis. Claro que dicas/sugestões/críticas construtivas são bem vindas.

Agora vou ver como organizo aqui os textos já publicados nas redes sociais.

A-HO

C.F.